Pular para o conteúdo principal

Anthropic surpreende ao exigir documento de identidade para usar o Claude — e a reação não foi positiva

Ataques atingem infraestrutura de gás do Irã em Isfahan e Khorramshahr



 Horas após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar uma pausa de cinco dias em ataques planejados contra usinas elétricas e infraestrutura energética do Irã, novos ataques foram registrados em instalações de gás nas cidades de Isfahan e Khorramshahr, segundo a agência de notícias iraniana Fars (Business Standard) .

Em Isfahan, um edifício administrativo de gás e uma estação de redução de pressão na Rua Kaveh, no norte da cidade, foram atingidos, causando danos parciais às instalações e a imóveis residenciais próximos. Medidas de segurança preventivas, incluindo o desligamento da estação antes do ataque, evitaram uma explosão de maior escala. Em Khorramshahr, um projétil atingiu a área externa de uma estação de gasoduto, sem registrar vítimas e sem interrupção no fornecimento de energia. (Shafaq News)

O ocorrido levanta sérias questões sobre a coerência da posição americana e pode complicar esforços diplomáticos de mediação. O Irã negou formalmente estar conduzindo quaisquer negociações com Washington, contrariando as afirmações de Trump de que tratativas já estariam em andamento. (Business Standard)

Fontes de segurança iranianas afirmaram que Teerã permanece em "plena prontidão" para responder com força a qualquer ataque à sua infraestrutura, advertindo que ações "por mais limitadas ou simbólicas que sejam" serão respondidas de forma proporcional e sem hesitação. Em resposta, o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) anunciou ataques de mísseis de retaliação contra infraestrutura energética no Kuwait e no Bahrein, desencadeando alertas de emergência em ambos os países do Golfo. (Athens Times)

Comentários

Mais populares da semana

Até 50% dos data centers planejados para 2026 serão atrasados nos EUA

  O boom da inteligência artificial nos Estados Unidos está prestes a sofrer um duro golpe. De acordo com relatórios da Bloomberg e da Sightline Climate divulgados esta semana, até 50% dos data centers programados para entrar em operação em 2026 enfrentam atrasos ou até cancelamentos. O principal vilão? A escassez crítica de equipamentos elétricos essenciais: transformadores, switchgear e baterias de grande porte. Dos cerca de 16 gigawatts de nova capacidade planejada para este ano, apenas um terço está efetivamente em construção. O restante depende de peças que simplesmente não chegam a tempo. “Se uma peça da cadeia de suprimentos atrasa, o projeto inteiro para”, explicou um executivo do setor à Bloomberg. E a peça que mais falta é justamente a infraestrutura elétrica – o “coração invisível” que alimenta os servidores de IA. Os números são impressionantes: as importações americanas desses equipamentos dispararam para US$ 411 bilhões em 2025, um salto de 78% desde 2020. Mesmo assim...

South Pars atacada: explosão de preços do gás natural altera mercado global

The US and Israel are carrying out intense bombing raids on Iran’s South Pars petrochemical complex, which accounts for 85% of the country’s production in this sector. The damage is massive, yet the complex covers 54,000 hectares and would require many days of sustained heavy… pic.twitter.com/9CB00VZNJ3 — Patricia Marins (@pati_marins64) April 6, 2026  O campo de gás natural South Pars, o maior do mundo e responsável por aproximadamente 40% da produção iraniana de gás e parte significativa das exportações de GNL do Catar, foi atacado na madrugada de segunda-feira. Fontes de segurança confirmam que a infraestrutura de extração e processamento sofreu danos graves, interrompendo imediatamente a produção de bilhões de metros cúbicos de gás. O incidente, ainda sem autoria reivindicada, ocorreu em meio a tensões geopolíticas no Golfo Pérsico e já provoca os primeiros sinais de pânico nos mercados internacionais de energia. A paralisação temporária de South Pars representa uma perda esti...

Quem é o professor Jiang, o "profeta" da geopolítica?

  Em maio de 2024, um acadêmico de nome Jiang gravou um vídeo que passaria meses ignorado — até que o futuro começou a confirmar cada palavra. Com uma metodologia que mistura teoria dos jogos, análise histórica e o conceito de "psicohistória" inspirado no universo literário de Isaac Asimov, Jiang fez previsões que pareciam ousadas demais para serem levadas a sério: Donald Trump venceria as eleições presidenciais americanas e os Estados Unidos entrariam em conflito militar direto com o Irã (em 2025, que Washington moveria peças para intervir militarmente na Venezuela).Tudo se confirmou. O vídeo de 2024, que dormia em obscuridade, explodiu em visualizações e transformou Jiang num dos nomes mais buscados em fóruns de geopolítica ao redor do mundo. O diferencial de Jiang não está na adivinhação, mas na leitura de padrões estruturais que outros analistas tendem a ignorar ou suavizar. Ele parte de uma premissa simples: grandes potências não agem por ideologia, mas por necessidade s...