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Anthropic surpreende ao exigir documento de identidade para usar o Claude — e a reação não foi positiva

Merz admite: parte considerável da violência na Alemanha vem de grupos de imigrantes


O chanceler alemão Friedrich Merz afirmou no Bundestag que a Alemanha enfrenta uma "explosão de violência" na sociedade, tanto no âmbito físico quanto no digital, e que um beachtlicher Teil (parte considerável) dessa violência provém de grupos de imigrantes. Ele defendeu que reconhecer essa origem faz parte de uma análise completa das causas, sem relativizar o problema geral de segurança no país.

De acordo com dados da Polizeiliche Kriminalstatistik (PKS) 2024 do Bundeskriminalamt (BKA), os não alemães representaram 41,8% de todos os suspeitos de crimes (incluindo violações de imigração), caindo para cerca de 35,4% quando excluídos os delitos exclusivamente migratórios. No contexto específico de crimes violentos, a proporção de suspeitos não alemães foi de aproximadamente 35-43% em categorias como violência geral, com sobre-representação em certos subtipos, como agressões sexuais coletivas (cerca de metade dos casos) e violência em transportes públicos (até 65% em estações e trens, conforme análises relacionadas).

Merz destacou que estrangeiros respondem por uma fatia significativa em incidentes como gang rapes (metade dos casos), violência sexual em espaços públicos e agressões em escolas (cerca de 40%). Esses números alimentam o debate sobre integração e políticas migratórias, especialmente em meio ao aumento modesto da violência geral (cerca de 1,5% em crimes violentos entre 2023 e 2024).

A declaração gerou forte polêmica no Parlamento, com críticas de partidos de esquerda e verdes acusando o chanceler de focalizar excessivamente a imigração e ignorar causas estruturais mais amplas da violência de gênero e social na Alemanha. O governo enfrenta pressão para equilibrar segurança, prevenção e integração efetiva.


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