Pular para o conteúdo principal

Anthropic surpreende ao exigir documento de identidade para usar o Claude — e a reação não foi positiva

Assista: caça americano F-15E é abatido no Irã; missão de resgate busca tripulação

 

Um caça F-15E Strike Eagle da Força Aérea dos Estados Unidos foi abatido sobre o Irã nesta sexta-feira (3), e operações de busca e resgate estavam em andamento, segundo pessoas familiarizadas com o assunto. A informação foi confirmada por um oficial americano à Reuters, que falou sob condição de anonimato. O Pentágono e o Comando Central dos EUA (CENTCOM) não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.

A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) reivindicou a derrubada do avião sobre o centro do país, e fotos e vídeos com destroços da aeronave — incluindo um assento ejetável — circularam nas redes sociais por meio de veículos de comunicação estatais iranianos. Uma análise da CNN confirmou que as imagens são consistentes com o modelo F-15E. Vídeos geolocalizados pela emissora mostraram ao menos um avião de grande porte e dois helicópteros voando a baixa altitude sobre a província de Khuzestan, em formação compatível com operação de reabastecimento aéreo.

O episódio marca a primeira vez, durante a Operação Epic Fury, que uma aeronave americana tripulada é derrubada por fogo inimigo. O F-15E é operado por dois pilotos, e autoridades iranianas convocaram a população local a ajudar na captura de possíveis sobreviventes, prometendo recompensas a quem localizasse ou capturasse algum membro da tripulação.

A agência semioificial iraniana Tasnim, ligada à IRGC, afirmou que as tentativas americanas de resgate fracassaram e que um dos helicópteros envolvidos na operação teria sido atacado pela defesa aérea iraniana perto da fronteira, sendo obrigado a recuar. As informações seguem em desenvolvimento e ainda não foram confirmadas pelo governo americano.

Comentários

Mais populares da semana

Moraes investiga Flávio Bolsonaro: o que diz a Constituição sobre imunidade parlamentar?

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, abriu inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por declarações que ligam o presidente Lula a crimes como tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e fraude eleitoral. A medida provocou forte reação no Congresso e entre juristas, que apontam violação direta à imunidade parlamentar prevista na Constituição Federal de 1988. O Artigo 53 da Constituição é claro e sem ambiguidades: “Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos”. A palavra “quaisquer” abrange todas as manifestações, sem exceções ou condicionantes, exatamente para proteger o livre exercício do mandato parlamentar. Essa imunidade não é privilégio pessoal, mas garantia institucional do regime democrático. Ela permite que senadores e deputados debatem temas nacionais sem medo de retaliação judicial, inclusive fora do plenário, desde que no exercício da função. Diante da literalidade do texto constitucional, a abertur...

Xbox Series S vs Nintendo Switch 1/OLED: Qual é o verdadeiro rei do custo-benefício no Brasil hoje?

  O Xbox Series S está saindo por R$ 2.516 a R$ 3.131 (novo no Mercado Livre e Amazon), enquanto o Switch OLED em bundle com Super Mario Bros. Wonder + 3 meses de Nintendo Switch Online cai fácil para R$ 2.049 na Vivo ou R$ 2.490 com Mario Kart no Amazon. Já o Switch 1 (o modelo original de 2017) aparece em promoções ainda mais baixas, na casa dos R$ 2.000 com jogo incluso. No bolso brasileiro, os dois consoles brigam cabeça a cabeça no preço de entrada – mas o Switch (1 ou OLED) costuma vencer por entregar bundle pronto pra jogar na hora. No hardware o Series S massacra: 1440p/120fps, SSD rápido, Game Pass com centenas de AAA (Forza, Starfield, Call of Duty) e futuro-proof pra 2026. O Switch 1 roda em 1080p dock/720p handheld e o OLED melhora a tela com cores vibrantes e pretos profundos – mas gráficos de 2017. A diferença? O Switch é portátil de verdade: você joga no sofá, no ônibus ou na cama. Series S é só TV. Se você quer Mario, Pokémon Scarlet/Violet, Zelda Tears of the Kingd...

IAs colocadas em simulações de crise nuclear escalaram para conflito atômico em 95% dos jogos, aponta estudo do King's College London

  Um estudo publicado em fevereiro de 2026 pelo professor Kenneth Payne, do King's College London, submeteu três dos modelos de inteligência artificial mais avançados do mundo — GPT-5.2, Claude Sonnet 4 e Gemini 3 Flash — a uma série de 21 simulações de crise nuclear. Ao longo de 329 turnos, os modelos geraram aproximadamente 780 mil palavras de raciocínio estruturado — mais do que a soma de Guerra e Paz e A Ilíada. O projeto, publicado como pré-print no arXiv e ainda sem revisão por pares, é chamado de "Projeto Kahn", em referência a Herman Kahn, o estrategista da Guerra Fria que formulou a teoria da escada de escalada nuclear. Todos os 21 jogos apresentaram sinalização nuclear por pelo menos um lado, e 95% envolveram uso de armas nucleares táticas. É importante distinguir: a guerra nuclear estratégica total foi rara, ocorrendo apenas três vezes, nos jogos com pressão de prazo. Um dado que unifica todos os modelos: em nenhum dos 21 jogos qualquer IA escolheu rendição ou ...