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Anthropic surpreende ao exigir documento de identidade para usar o Claude — e a reação não foi positiva

Hipocrisia de Swalwell: exige transparência nos arquivos de Epstein, mas bloqueia os próprios no FBI

 

O congressista democrata Eric Swalwell, da Califórnia, enviou uma carta de cessar e desistir ao diretor do FBI, Kash Patel, exigindo que o bureau interrompa imediatamente qualquer plano de liberar documentos de uma investigação antiga sobre suas supostas ligações com Christine Fang, conhecida como “Fang Fang”, uma operadora de inteligência chinesa. A ação ocorre no momento em que Swalwell disputa a eleição para governador da Califórnia e alega que a liberação dos arquivos seria uma tentativa de difamação política sem qualquer acusação formal de irregularidade. Agentes do FBI foram enviados à Califórnia para revisar os documentos antes de uma possível divulgação pública.

A investigação remonta ao período entre 2011 e 2015, quando Swalwell ainda era conselheiro municipal em Dublin e Fang cultivava contatos com políticos emergentes como parte de operações chinesas. Embora o congressista tenha cortado relações após ser alertado pelo FBI, ele nunca negou publicamente um possível relacionamento íntimo. Na carta enviada a Patel, seus advogados afirmam que não houve “qualquer acusação de conduta errada” e alertam para riscos de responsabilidade legal ao bureau.

A controvérsia ganha força pela hipocrisia apontada por críticos: Swalwell passou meses pressionando publicamente o presidente Donald Trump e o próprio Patel pela liberação imediata dos arquivos de Jeffrey Epstein. Em postagens no X (antigo Twitter) de 2025, ele chegou a chamar o presidente da Câmara, Mike Johnson, de “speaker pró-pedófilo” e repetiu a exigência “Onde estão os arquivos de Epstein?”.

A demanda atual expõe uma contradição clara: transparência total quando o alvo são adversários políticos, mas sigilo absoluto quando o nome envolvido é o seu próprio. A liberação ou não dos documentos pode influenciar diretamente a corrida pelo governo da Califórnia e reacender debates sobre o uso de arquivos do FBI em disputas eleitorais.

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