O Dr. Helmut Sterz, que atuou como toxicologista-chefe da Pfizer Europa e liderou os centros de toxicologia em Amboise (França) e Sandwich (Reino Unido) entre 2001 e 2008, prestou depoimento à Comissão de Inquérito Corona do Bundestag alemão (Corona Enquete-Kommission) em 19 de março de 2026. Ele é doutor em medicina veterinária e toxicologista com experiência em ensaios de segurança de medicamentos.
Durante a audiência pública, Sterz declarou que o Instituto Paul Ehrlich (PEI) recebeu 2.133 notificações de mortes após o uso da vacina Comirnaty (Pfizer/BioNTech). Aplicando o fator de subnotificação de cerca de 30 vezes, utilizado em sistemas de notificação espontânea nos EUA, ele estimou aproximadamente 60.000 mortes relacionadas à vacinação na Alemanha. Ele ressaltou que se trata de estimativa baseada em relatórios espontâneos, sem comprovação de causalidade.
Sterz afirmou que estudos de carcinogenicidade não foram realizados antes da aprovação “por razões de tempo” e que a investigação de toxicidade reprodutiva em ratos foi inadequada, sem testes em segunda espécie conforme diretrizes internacionais. Ele criticou o processo acelerado de aprovação, que omitiu estudos toxicológicos essenciais de longo prazo, e declarou que a vacina distribuída à população não era idêntica à substância usada nos ensaios clínicos: a produção em massa utilizou DNA de Escherichia coli, gerando contaminação com DNA bacteriano.
O ex-ministro da Saúde Karl Lauterbach (SPD) classificou as afirmações como “fake”. O ex-presidente do RKI, Lothar Wieler, acrescentou que não houve experimentação humana, pois as vacinas de mRNA representam apenas informação que o corpo usa para produzir antígenos. O depoimento de Sterz integra o registro oficial da comissão parlamentar do Bundestag.
https://indepnews.org/en/former-pfizer-toxicologist-sterz-on-comirnaty-approval/
https://www.gbnews.com/health/covid-jab-vital-safety-checks-german-covid-inquiry
