Goiás sai na frente: estado deve criar centenas de empregos com acordo de terras raras — enquanto o Governo Federal se perde na demagogia
Os Estados Unidos já investem mais de US$ 600 milhões em projetos de minerais críticos no Brasil e veem potencial para bilhões adicionais — e quem abriu a porta foi Goiás. Enquanto Brasília promete "soberania mineral" em discursos e fecha acordos simbólicos com a Índia, o governador Ronaldo Caiado sentou à mesa com Washington e assinou um acordo concreto, com geração real de empregos na extração, refino e tecnologia dentro do próprio estado.
O memorando firmado entre EUA e Goiás tem três pilares: mapeamento completo do potencial mineral do estado, identificação de áreas de interesse com políticas de exploração, e parcerias técnicas para que os minerais sejam processados localmente — e não apenas extraídos e exportados como matéria-prima bruta. É exatamente o tipo de acordo que o governo federal deveria liderar há anos — e não liderou.
O pacote inclui ainda um financiamento de US$ 565 milhões à mineradora Serra Verde, com opção americana de participação societária, para expandir a produção em Minaçu. O encarregado da embaixada americana foi direto: "Estamos esperando uma resposta favorável" do governo federal. Traduzindo: Washington está com o cheque na mão. Goiás já assinou. Brasília ainda está no palanque.

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