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Anthropic surpreende ao exigir documento de identidade para usar o Claude — e a reação não foi positiva

Irã anuncia supervisão conjunta com Omã no Estreito de Ormuz mesmo em tempos de paz

 


Teerã formalizou, nesta quinta-feira, que irá supervisionar o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz em parceria com Omã, inclusive após o fim da guerra atual. O vice-ministro de Relações Exteriores iraniano, Kazem Gharibabadi, afirmou que os dois países estão elaborando um protocolo conjunto para “facilitar a passagem segura e oferecer melhores serviços aos navios”, sem impor restrições. A medida representa a continuidade da autoridade reivindicada pelo Irã sobre a via navegável mais estratégica do mundo, por onde circula cerca de 20% do petróleo global.

Durante o conflito com Estados Unidos e Israel, o Irã já bloqueou a maior parte do tráfego em sua costa sul, planejou cobrar pedágios e permitiu a passagem apenas de embarcações de nações “amigas”, com autorização prévia. Navios de Malásia, Filipinas e China foram alguns dos poucos que obtiveram permissão para cruzar o estreito, enquanto outros foram atacados ou impedidos.

Washington reagiu imediatamente, reafirmando que as pretensões iranianas são ilegais. Segundo o direito internacional, o Estreito de Ormuz — cuja parte mais estreita tem apenas 24 milhas e fica inteiramente entre águas territoriais de Irã e Omã — deve permanecer aberto à navegação internacional sem impedimentos.

Diplomatas de Estados Unidos, Europa e Ásia discutem agora a possibilidade de escoltas militares para navios mercantes, mas ainda não há acordo concreto. Analistas alertam que a nova postura iraniana pode prolongar a instabilidade na região mesmo depois do cessar-fogo, mantendo elevados os preços globais de combustível.


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