Pular para o conteúdo principal
Anúncio

Análise do Rabobank alerta para impacto devastador do bloqueio naval dos EUA sobre o Irã

Israel destrói aldeias inteiras no sul do Líbano

 


O Exército israelense mantém operações terrestres e aéreas no sul do Líbano, com relatos confirmados de destruição completa de aldeias fronteiriças. De acordo com o jornal britânico The Guardian, forças israelenses instalaram explosivos em residências e realizaram detonação remota em massa nas aldeias de Taybeh, Naqoura e Deir Seryan, arrasando-as ao chão. Imagens de satélite e vídeos divulgados pela própria militar israelense confirmam a destruição em larga escala.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou explicitamente que “todas as casas” em aldeias libanesas próximas à fronteira serão destruídas, seguindo o modelo aplicado em Rafah e Beit Hanoun, na Faixa de Gaza. A medida visa criar uma “zona de segurança” e impedir o retorno de cerca de 600 mil deslocados até que o norte de Israel esteja seguro, conforme relatado pela agência Reuters em 31 de março de 2026.

A Associated Press e o The New York Times documentam que o avanço israelense resultou na evacuação forçada de vastas áreas do sul do Líbano, com aldeias inteiras esvaziadas e destruídas por bombardeios aéreos, demolições controladas e operações terrestres. Autoridades libanesas e grupos de direitos humanos descrevem a tática como “domicídio”, semelhante ao que ocorreu em Gaza, tornando as áreas inabitáveis.

As operações israelenses, iniciadas em março de 2026 após troca de fogo com o Hezbollah, incluem mais de 1.800 ataques registrados, segundo dados monitorados por fontes independentes citadas pela Al Jazeera e Reuters. O conflito continua ativo, com tensões elevadas na fronteira e sem perspectiva imediata de cessar-fogo.

O governo libanês e a ONU expressaram preocupação com a crise humanitária gerada pela destruição em massa e o deslocamento de mais de um milhão de pessoas desde o início da escalada. Israel afirma que as ações visam desmantelar infraestrutura do Hezbollah embutida em residências civis.

Mais populares da semana

Breaking - O movimento de navios no Estreito de Ormuz deve ser interrompido imediatamente, diz Irã

  Foram belos 10 minutos de paz... O porta-voz do Comitê de Segurança Nacional do Irã, Razaei, afirmou nesta quarta-feira que, em resposta à agressão contra o Líbano, o movimento de navios no Estreito de Ormuz deve ser interrompido imediatamente. Segundo a declaração, divulgada há poucos minutos pelo site ZeroHedge  (usando como fonte a Al Mayadeen Media Network ) , o Irã exige “cessar-fogo em todas as frentes ou nenhum cessar-fogo em nenhuma frente”, sinalizando que não aceitará acordos parciais e que qualquer ataque a aliados regionais terá resposta direta no ponto mais estratégico do comércio mundial de petróleo.

EUA anunciam bloqueio naval no Estreito de Ormuz após fracasso das negociações com Irã

  O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo que a Marinha americana bloqueará imediatamente toda a navegação no Estreito de Ormuz, após o colapso das negociações de paz com o Irã realizadas em Islamabade, no Paquistão. Em post no Truth Social, Trump declarou que os EUA impedirão a passagem de qualquer navio pelo estreito, acusando o Irã de extorsão internacional. O anúncio representa a maior escalada do conflito desde seu início, em 28 de fevereiro. As negociações, que duraram cerca de 21 horas, terminaram sem acordo. O vice-presidente JD Vance, que liderou a delegação americana, disse que o Irã rejeitou "nossa oferta final e melhor", enquanto o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, culpou Washington pelo fracasso, afirmando que os EUA não souberam conquistar a confiança da delegação iraniana. O principal ponto de discórdia foi o programa nuclear: os americanos exigem que o Irã abra mão do enriquecimento de urânio, o que Teer...

Analistas projetam petróleo entre US$ 134 e US$ 250 com conflito no Golfo Pérsico

Com o Brent já em US$ 111 por barril e o Estreito de Hormuz operando abaixo da capacidade, bancos e consultorias de energia revisam seus piores cenários para cima. Brent hoje US$ 111 Fortune · 6 abr 2026 Previsão média condicional US$ 134–135 Rystad Energy Cenário prolongado — bancos US$ 200+ Macquarie Group Cenário extremo US$ 200–250 S&P Global Energy O governo Trump está modelando internamente o impacto econômico de um petróleo a US$ 200 por barril, segundo fontes ouvidas pela Bloomberg. O exercício não representa uma previsão oficial, mas sinaliza que a administração considera o cenário plausível o suficiente para preparar respostas de política econômica. No mercado privado, as projeções chegam mais longe. Dave Ernsberger, presidente da S&P Global Energy, estimou uma faixa de US$ 200 a US$ 250 por barril caso a disrupção no Estreito de Hormuz se prolongue. Estrategistas do Macquarie Group, liderados por Vikas Dwivedi, esperam que o preço supere US$ 200 se o conflito se este...